A Dra. Rebeca Brum, cirurgiã vascular em Icaraí, Niterói, orienta a prevenção da trombose e acompanha você depois do episódio, com atenção aos sinais de alerta.
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A trombose venosa profunda é a formação de um coágulo dentro de uma veia, quase sempre da perna, e exige atendimento no pronto-socorro assim que surgem os sinais. A Dra. Rebeca Brum, cirurgiã vascular em Icaraí, Niterói, orienta a prevenção em viagens e depois de cirurgias e acompanha você nos meses seguintes ao episódio, com exame e ultrassom com Doppler quando necessário.
Antes de qualquer explicação, o mais importante: se você apresentar algum dos sinais abaixo, procure o pronto-socorro imediatamente. Não espere a consulta agendada nem a melhora em casa.
Falta de ar súbita, dor no peito, tosse com sangue, coração acelerado ou desmaio podem indicar que o coágulo chegou ao pulmão, a embolia pulmonar. Nesse caso, ligue para o SAMU 192.
A trombose venosa profunda, chamada pela sigla TVP, acontece quando um coágulo se forma dentro de uma das veias profundas, que ficam no meio da musculatura, geralmente na panturrilha ou na coxa. O coágulo atrapalha o retorno do sangue para o coração e, por isso, a perna incha e dói. O risco maior é que um pedaço desse coágulo se solte e chegue ao pulmão.
Existe também a trombose de veias superficiais, que ficam logo abaixo da pele, chamada de tromboflebite. Ela costuma aparecer como um cordão vermelho, quente e dolorido, muitas vezes sobre uma variz. Embora seja geralmente menos grave, também precisa de avaliação médica, porque pode se estender para o sistema profundo.
Alguns fatores aumentam a chance de trombose: ficar muito tempo parado, cirurgias, internações, fraturas e imobilização, gestação e pós-parto, uso de hormônios, histórico pessoal ou familiar de trombose, câncer, obesidade, tabagismo e idade mais avançada. Ter um fator de risco não significa que a trombose vai acontecer, mas é um bom motivo para conversar sobre prevenção.
Muita gente sente as pernas pesadas no fim do dia e se preocupa com trombose. A tabela abaixo ajuda a perceber diferenças comuns, mas ela não substitui a avaliação. Na dúvida, procure atendimento. A indicação de exames é individual.
| Sinal | Mais sugestivo de trombose | Mais comum no cansaço das pernas |
|---|---|---|
| Lado | Uma perna só | As duas pernas |
| Início | Súbito, em horas ou poucos dias | Gradual, repetido ao longo dos dias |
| Melhora com repouso | Pouca ou nenhuma | Melhora com pernas elevadas e uma noite de sono |
| Cor e temperatura | Perna quente, vermelha ou arroxeada | Sem mudança de cor |
| O que fazer | Pronto-socorro imediatamente | Consulta agendada para investigar |
Se o seu caso parece mais com a segunda coluna, a página sobre dor e inchaço nas pernas explica as causas mais frequentes.
Viagens longas, em que você fica sentada por horas, reduzem o movimento da panturrilha, que funciona como uma bomba para o sangue das pernas. Algumas atitudes simples ajudam:
A meia de compressão pode ser indicada para quem tem mais risco, como pessoas com trombose anterior, varizes importantes, gestação ou cirurgia recente. Se você tem algum desses fatores e uma viagem marcada, vale conversar com a Dra. Rebeca antes de embarcar, para receber uma orientação individual.
Depois de uma cirurgia, o corpo fica mais propenso a formar coágulos, e o repouso prolongado aumenta esse risco. A equipe que operou define a prevenção adequada para cada caso, que pode incluir caminhar cedo, movimentar as pernas na cama, usar meia de compressão e, em algumas situações, usar o remédio que afina o sangue, o anticoagulante, pelo tempo que o médico indicar.
Siga as orientações da alta à risca e não interrompa nenhum remédio por conta própria. Se, nos dias ou semanas seguintes, aparecer inchaço em uma perna, dor na panturrilha ou falta de ar, procure o pronto-socorro imediatamente.
O primeiro atendimento da trombose acontece no pronto-socorro ou no hospital. Depois dele, começa uma fase de acompanhamento que pode durar meses, e é aqui que a consulta com a Dra. Rebeca entra.
Ela ouve como foi o episódio, revisa os exames e os relatórios do atendimento, examina as pernas e, quando necessário, pede o ultrassom com Doppler, exame que mostra o fluxo de sangue e a situação do coágulo dentro da veia. Com isso, acompanha o tratamento com anticoagulante, conversa sobre o tempo de uso, que é decidido caso a caso, e ajuda a entender o que pode ter favorecido a trombose.
O acompanhamento também olha para o futuro. Algumas pessoas ficam com inchaço, peso e alterações da pele na perna afetada, a chamada síndrome pós-trombótica. A meia de compressão, o exercício e as consultas regulares ajudam a cuidar desses sintomas. Quando há varizes associadas, o tratamento delas é discutido no momento certo, como explicado na página de tratamento de varizes.
A Dra. Rebeca atende de forma particular no consultório em Icaraí e por consulta online. O vídeo serve para revisar exames, orientar a prevenção antes de uma viagem e acompanhar o tratamento, mas não serve para suspeita de trombose: nesse caso, o caminho é o pronto-socorro. O agendamento é feito pelo WhatsApp ou pela página de contato.
Os mais comuns são inchaço em uma perna só, dor na panturrilha ou na coxa, calor, vermelhidão ou cor arroxeada. Diante desses sinais, procure o pronto-socorro imediatamente.
Não. A suspeita de trombose é motivo para ir ao pronto-socorro no mesmo momento. Se houver falta de ar ou dor no peito, ligue para o SAMU 192.
Em geral, sim, com orientação. A Dra. Rebeca avalia o momento do tratamento e indica as medidas de prevenção para a viagem, como movimentar as pernas e, quando indicado, usar meia de compressão.
Depende da causa, da extensão do coágulo e do risco de repetição. O tempo de uso do anticoagulante é decidido caso a caso e revisto ao longo do acompanhamento.
Varizes podem favorecer a trombose superficial, a tromboflebite. Ter varizes não significa que você terá trombose, mas é um bom motivo para uma avaliação vascular.
Muitas pessoas se beneficiam da meia para aliviar inchaço e peso. A indicação, o modelo e o tempo de uso são definidos na consulta.
Se você teve trombose, vai passar por uma cirurgia ou tem uma viagem longa marcada, conte pelo WhatsApp a sua situação. A Dra. Rebeca responde com as opções de dia e horário. Veja também a página de lipedema, as perguntas frequentes ou volte à página inicial.
Do diagnóstico ao tratamento, com a técnica escolhida para cada perna e acompanhamento depois.
ConhecerAvaliação da gordura nas pernas e nos braços que não responde à dieta, com plano de cuidado.
ConhecerAplicação nos vasinhos das pernas, em sessões, com avaliação individual de cada caso.
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Consultas no consultório de Icaraí, em Niterói, às segundas e aos sábados, ou online. Conte pelo WhatsApp o que você sente e o que gostaria de tratar.
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