Aplicação de vasinhos no consultório, com avaliação das pernas antes e acompanhamento entre as sessões, com a cirurgiã vascular Dra. Rebeca Brum, em Icaraí.
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A escleroterapia de vasinhos com a Dra. Rebeca Brum, cirurgiã vascular em Icaraí, Niterói, é feita no consultório, com agulha muito fina, para tratar vasinhos e pequenas veias da superfície da pele. Antes das sessões, ela examina as pernas e verifica se há uma veia maior por trás dos vasinhos. O número de sessões varia de pessoa para pessoa.
Cuidar dos vasinhos por razão estética é tão legítimo quanto cuidar por desconforto. Em qualquer caso, a avaliação vem primeiro, para que o tratamento seja feito com segurança.
Os vasinhos, chamados pelos médicos de telangiectasias, são pequenos vasos dilatados que ficam bem na superfície da pele. Eles são muito comuns, sobretudo nas mulheres, e têm forte componente familiar. Hormônios, gestação e longos períodos em pé ou sentada também contribuem para o seu aparecimento.
A escleroterapia, conhecida popularmente como aplicação de vasinhos, consiste em injetar, com uma agulha muito fina, um líquido dentro do vasinho. Esse líquido irrita a parede interna do vaso, que se fecha. Com o passar das semanas, o próprio organismo absorve o vasinho tratado, e ele tende a ficar menos visível. O sangue continua circulando normalmente pelas outras veias da perna.
Muitas vezes, os vasinhos são alimentados por pequenas veias azuladas um pouco mais profundas, chamadas de veias reticulares. Quando isso acontece, tratar essas veias faz parte do plano. E, em algumas pessoas, existe por trás de tudo um refluxo numa veia maior, que precisa ser avaliado antes. Por isso, a escleroterapia faz parte de um cuidado mais amplo com as pernas, descrito na página de tratamento de varizes.
A Dra. Rebeca Brum é médica formada pela Escola de Medicina Souza Marques, com residência médica em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular no Hospital Federal do Andaraí. Antes de qualquer aplicação, ela faz uma consulta com tempo para ouvir você: o que incomoda, desde quando, o que você já tentou, como é a sua rotina e qual é a sua expectativa.
Em seguida, ela examina as pernas com você em pé. Se houver sinais de que os vasinhos estão ligados a uma veia maior com refluxo, pode ser pedido o ultrassom com Doppler. Esse exame mostra a circulação por dentro e evita tratar só a superfície quando a origem está mais abaixo.
Com o diagnóstico explicado em linguagem clara, a Dra. Rebeca apresenta o plano: quais áreas tratar primeiro, a estimativa de sessões, os cuidados entre elas e o que é razoável esperar. Quando couber, o plano é passado por escrito, e o acompanhamento continua depois do tratamento.
A aplicação é feita no consultório, com você deitada. A agulha é muito fina, e a sensação costuma ser descrita como pequenas picadas, às vezes com um leve ardor no momento em que o líquido entra no vasinho. A tolerância varia de pessoa para pessoa, e a sessão pode ser ajustada se você se sentir desconfortável. Ao final, você se levanta e volta para casa caminhando.
A tabela abaixo ajuda a diferenciar os tipos de veia que aparecem nas pernas e o caminho mais comum para cada um. A indicação é individual e depende do exame.
| Tipo de veia | Como costuma aparecer | Caminho mais comum |
|---|---|---|
| Vasinhos (telangiectasias) | Finos, vermelhos ou arroxeados, em forma de teia | Escleroterapia de vasinhos |
| Veias reticulares | Azuladas, um pouco mais grossas, sem saltar na pele | Escleroterapia, às vezes com espuma |
| Varizes visíveis | Grossas, tortuosas e saltadas | Escleroterapia com espuma ou outra técnica, conforme o exame |
| Veia safena com refluxo | Muitas vezes não aparece a olho nu; vista no ultrassom com Doppler | Endolaser, conforme o exame |
Não existe um número fixo. A quantidade de sessões depende da extensão dos vasinhos, da presença de veias reticulares, da resposta de cada organismo e do objetivo combinado com você. Em geral, é necessário mais de uma sessão, com um intervalo entre elas para que o corpo absorva os vasinhos já tratados e a Dra. Rebeca possa avaliar a resposta antes da próxima aplicação.
Como a tendência a formar vasinhos é familiar e hormonal, novos vasinhos podem surgir com o tempo. Isso não significa que o tratamento falhou: significa que as pernas pedem acompanhamento, com sessões de manutenção quando você e a Dra. Rebeca acharem adequado.
Antes. Conte à Dra. Rebeca sobre remédios em uso, alergias, histórico de trombose e se você está grávida, amamentando ou planejando engravidar. Durante a gestação, a escleroterapia costuma ser adiada. No dia, evite passar creme ou óleo nas pernas e leve, se indicada, a meia de compressão.
Depois. Caminhar é bem-vindo e você costuma voltar às atividades do dia a dia no mesmo dia. A meia de compressão pode ser indicada por um período. Pequenas manchas roxas, vermelhidão e sensibilidade no local são comuns e, em geral, diminuem em algumas semanas. Alguns vasinhos podem escurecer temporariamente antes de clarear. Nas primeiras semanas, costuma ser orientado evitar sol direto nas áreas tratadas e exercícios muito intensos, conforme cada caso.
Quando procurar ajuda. Se a perna inchar de repente, ficar dolorida, quente ou avermelhada, procure o pronto-socorro imediatamente. Em caso de falta de ar ou dor no peito, ligue para o SAMU 192.
A escleroterapia é feita no consultório de cirurgia vascular em Icaraí, em atendimento particular, às segundas-feiras e aos sábados, das 9h às 13h. A primeira conversa e a revisão de exames podem ser feitas por consulta online; a aplicação, naturalmente, é presencial. O agendamento é feito pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
É a aplicação, com agulha muito fina, de um líquido dentro dos vasinhos e das pequenas veias da superfície. O líquido faz o vaso se fechar, e o organismo o absorve ao longo das semanas.
A sensação costuma ser de pequenas picadas, às vezes com leve ardor. A tolerância varia de pessoa para pessoa, e a sessão pode ser ajustada se houver desconforto.
Depende da extensão dos vasinhos e da resposta de cada pessoa. Em geral, é mais de uma sessão. A estimativa é feita na consulta e revista a cada retorno.
A aplicação pode ser feita em qualquer época, mas, nas semanas seguintes, costuma ser orientado evitar sol direto nas áreas tratadas. O melhor momento para você é combinado na consulta.
O vasinho tratado tende a não voltar, mas a tendência a formar novos vasinhos continua, por ser familiar e hormonal. Por isso, o acompanhamento faz parte do cuidado.
Nem sempre. Quando o exame das pernas sugere que os vasinhos estão ligados a uma veia maior com refluxo, a Dra. Rebeca pode pedir o ultrassom com Doppler antes das aplicações.
Conte pelo WhatsApp quais áreas incomodam você e se já fez algum tratamento antes. Você recebe a resposta com os dias e os horários disponíveis. Para conhecer melhor a Dra. Rebeca, visite a página inicial ou as perguntas frequentes.
Do diagnóstico ao tratamento, com a técnica escolhida para cada perna e acompanhamento depois.
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Consultas no consultório de Icaraí, em Niterói, às segundas e aos sábados, ou online. Conte pelo WhatsApp o que você sente e o que gostaria de tratar.
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