Avaliação das pernas, ultrassom com Doppler quando necessário e escolha entre escleroterapia, espuma e endolaser, com a cirurgiã vascular Dra. Rebeca Brum, em Icaraí.
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O tratamento de varizes com a Dra. Rebeca Brum, cirurgiã vascular em Icaraí, Niterói, começa por uma consulta com escuta, exame das pernas e, quando necessário, ultrassom com Doppler. Conforme o tipo de veia, a indicação pode ser escleroterapia para vasinhos, escleroterapia com espuma no consultório ou endolaser, sempre com plano individual e acompanhamento depois.
As varizes aparecem de formas diferentes em cada pessoa. Para algumas, o incômodo é principalmente estético; para outras, o que pesa é o cansaço nas pernas no fim do dia. As duas razões são legítimas para procurar avaliação. Veja se você se reconhece em alguma destas situações:
Mulheres jovens e mulheres mais velhas chegam ao consultório com perguntas parecidas. Em todas as idades, o primeiro passo é o mesmo: entender o que acontece em cada perna antes de pensar em qualquer procedimento.
As veias das pernas levam o sangue de volta ao coração, de baixo para cima. Para vencer a gravidade, elas contam com pequenas válvulas internas, que funcionam como portinhas de mão única, e com a contração dos músculos da panturrilha, que empurram o sangue a cada passo. Quando essas válvulas deixam de fechar bem, parte do sangue volta e fica parada nas veias. Com o tempo, a veia se dilata, fica tortuosa e passa a ser visível sob a pele: é a variz.
Esse quadro faz parte do que os médicos chamam de doença venosa crônica, ou insuficiência venosa. Ele tem forte componente familiar e é mais comum nas mulheres. Também costumam contribuir a gestação, as mudanças hormonais, o avanço da idade, o excesso de peso e longos períodos em pé ou sentada, sem movimentar as pernas.
Nem toda veia aparente é igual. Os vasinhos, chamados de telangiectasias, são finos, vermelhos ou arroxeados e ficam bem na superfície da pele. As veias reticulares são um pouco maiores, azuladas, e muitas vezes alimentam os vasinhos. As varizes propriamente ditas são mais calibrosas e saltadas. Por baixo de tudo, existem veias maiores, como as veias safenas, que nem sempre aparecem a olho nu, mas podem ser a origem do problema. Essa diferença é o que define o tipo de tratamento.
Na maior parte das vezes, as varizes evoluem devagar e não representam urgência. Ainda assim, elas merecem acompanhamento, porque, sem cuidado, podem trazer inchaço persistente, manchas escuras na pele, endurecimento da região do tornozelo e, em situações mais avançadas, feridas de difícil cicatrização.
Alguns sinais pedem atendimento sem demora. Se uma variz estourar e sangrar, deite-se, eleve a perna, faça pressão firme sobre o local com um pano limpo e procure o pronto-socorro imediatamente. Se uma perna inchar de repente, ficar dolorida, quente ou avermelhada, pode ser uma trombose, e a orientação também é ir ao pronto-socorro imediatamente. Em caso de falta de ar ou dor no peito, ligue para o SAMU 192. Nessas situações, não espere em casa. Para entender melhor esse tema, veja a página sobre trombose venosa.
A Dra. Rebeca Brum é médica formada pela Escola de Medicina Souza Marques, com residência médica em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular no Hospital Federal do Andaraí. No consultório, o jeito de atender dela se apoia em três ideias: atenção, escuta ativa e cuidado no acompanhamento.
A consulta começa pela conversa. A Dra. Rebeca quer saber o que incomoda você, desde quando, em que momentos do dia, como é a sua rotina de trabalho, se você pratica exercício e o que espera do tratamento. Depois vem o exame das pernas, com você em pé, porque é nessa posição que as veias se enchem e mostram o que está acontecendo.
Quando necessário, o ultrassom com Doppler completa a avaliação. Esse exame mostra o sentido do fluxo dentro das veias e revela se há refluxo nas veias safenas ou em outras veias que não aparecem na pele. É ele que permite saber se os vasinhos são só superficiais ou se existe uma veia maior por trás.
Com essas informações, a Dra. Rebeca explica o diagnóstico em linguagem clara e apresenta os caminhos possíveis. A escolha da técnica é feita para cada perna, e às vezes para cada trecho de veia, porque é comum uma mesma pessoa precisar de abordagens diferentes. Quando couber, o plano é passado por escrito. Exercício físico, rotina e uso de meia de compressão também entram na conversa, porque fazem parte do cuidado tanto quanto o procedimento.
O tratamento das varizes combina medidas do dia a dia com procedimentos. Caminhar, movimentar a panturrilha ao longo do dia, elevar as pernas quando possível e cuidar do peso ajudam a aliviar os sintomas. A meia de compressão, quando indicada, também alivia o peso e o inchaço. Essas medidas, porém, não fazem a veia doente voltar ao normal. Para tratar as veias, a Dra. Rebeca trabalha com três técnicas:
A tabela abaixo resume as diferenças gerais entre as três técnicas. Ela serve para orientar a conversa, e não para escolher sozinha o tratamento: a indicação é individual e depende do exame das pernas e, muitas vezes, do ultrassom com Doppler.
| Aspecto | Escleroterapia de vasinhos | Escleroterapia com espuma | Endolaser |
|---|---|---|---|
| Tipo de veia | Vasinhos e pequenas veias da superfície | Veias maiores, como reticulares e varizes visíveis | Veias maiores e mais profundas, como as safenas, quando há refluxo |
| Como funciona | Um líquido é aplicado dentro do vasinho e faz com que ele se feche | O medicamento é transformado em espuma, que ocupa a veia maior e a fecha | Uma fibra fina leva o laser para dentro da veia, que é fechada por dentro |
| Onde é feito | No consultório | No consultório, sem internação | Local e preparo combinados na consulta |
| Uso do ultrassom | Em geral, não é necessário durante a aplicação | Costuma guiar a aplicação nas veias maiores | Guia todo o procedimento |
| Sessões | Em geral, mais de uma sessão | Pode exigir mais de uma sessão | Costuma ser feito em um único procedimento por veia tratada |
| Retorno às atividades | Em geral, no mesmo dia | Em geral, no mesmo dia, com orientações | Retorno rápido às atividades, conforme a orientação de cada caso |
Muitas vezes, as técnicas se completam. Uma pessoa pode tratar uma veia safena com endolaser e, depois, cuidar das veias menores com espuma e dos vasinhos com escleroterapia. O plano é montado em etapas e revisto a cada retorno.
Antes. A consulta e, quando necessário, o ultrassom com Doppler vêm antes de qualquer procedimento. É importante contar à Dra. Rebeca sobre remédios em uso, alergias, gestação ou plano de engravidar, histórico de trombose e outras doenças. O preparo de cada técnica é explicado com antecedência, com tempo para tirar dúvidas.
Depois. Caminhar costuma fazer parte da recuperação, porque a movimentação da panturrilha ajuda a circulação. A meia de compressão pode ser indicada por um período, conforme a técnica e o caso. Manchas roxas, sensibilidade e pequenos endurecimentos no trajeto da veia tratada podem aparecer e, em geral, diminuem com o tempo. O retorno às atividades costuma ser rápido, mas o prazo varia de pessoa para pessoa e é combinado na consulta.
Acompanhamento. As varizes têm componente familiar, e novas veias podem surgir ao longo da vida. Por isso, o tratamento não termina no procedimento. As consultas de retorno servem para avaliar a resposta, ajustar o plano e cuidar das pernas de forma contínua. Se o seu principal incômodo é dor e inchaço, a página sobre dor e inchaço nas pernas traz mais informações.
O atendimento da Dra. Rebeca é particular, no consultório de cirurgia vascular em Icaraí, às segundas-feiras e aos sábados, das 9h às 13h. Ela recebe pacientes de Niterói, São Gonçalo, Maricá e do Rio de Janeiro. A consulta online serve para a primeira conversa, para a revisão de exames e para o acompanhamento; o exame físico e o ultrassom com Doppler continuam necessários em várias situações. O agendamento é feito pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
O tratamento começa pela avaliação com cirurgiã vascular. Conforme o tipo de veia, os caminhos incluem escleroterapia de vasinhos, escleroterapia com espuma e endolaser, além de medidas como caminhar, elevar as pernas e usar meia de compressão quando indicada. A indicação é individual.
Em geral, evoluem devagar, mas merecem acompanhamento. Variz que sangra, perna que incha de repente com dor e vermelhidão, falta de ar ou dor no peito pedem atendimento imediato: procure o pronto-socorro e, em caso de falta de ar ou dor no peito, ligue para o SAMU 192.
Deite-se, eleve a perna acima do nível do coração e faça pressão firme sobre o local com um pano limpo. Em seguida, procure o pronto-socorro imediatamente, mesmo que o sangramento diminua.
Em muitos casos, sim. O exame mostra se há refluxo em veias que não aparecem na pele, como as safenas, e ajuda a escolher a técnica para cada perna. A necessidade é avaliada na consulta.
A veia tratada não costuma voltar, mas a tendência a formar varizes continua, porque tem componente familiar. Por isso, o acompanhamento depois do tratamento faz parte do cuidado.
De forma geral, a atividade física ajuda a circulação das pernas, porque a contração da panturrilha empurra o sangue de volta ao coração. O tipo de exercício, a intensidade e o uso de meia de compressão são conversados na consulta, de acordo com cada pessoa.
Não. O atendimento é particular, presencial no consultório de Icaraí ou online, com agendamento pelo WhatsApp.
Conte pelo WhatsApp o que incomoda você e se já fez algum exame. Você recebe a resposta com os dias e os horários disponíveis. Para conhecer melhor a Dra. Rebeca, visite a página inicial, a página sobre ou as perguntas frequentes.
Avaliação da gordura nas pernas e nos braços que não responde à dieta, com plano de cuidado.
ConhecerAplicação nos vasinhos das pernas, em sessões, com avaliação individual de cada caso.
ConhecerTécnica que trata veias maiores no próprio consultório, sem internação.
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Consultas no consultório de Icaraí, em Niterói, às segundas e aos sábados, ou online. Conte pelo WhatsApp o que você sente e o que gostaria de tratar.
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